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Sendo um dos primeiros microrganismos que apareceu na terra, a spirulina vive em condições extremas, demostrando uma capacidade excepcional de fixar o gás carbônico da atmosfera e transformar ele em proteínas e antioxidantes com a ajuda da energia do sol.

Ela pertence ao grupo das Cianobactérias, mais conhecido como microalgas verde-azuladas. A Espécie cultivada pela BrasilVital é: Arthrospira Platensis

Ela utiliza a energia do sol e o CO2 do ar para crescer e se multiplicar.

Ela possui dois pigmentos fotosinteticos: a  clorofila ,como todas as plantas,  e a ficocianina , que correponde a 15% do seu peso. Com esses dois pigmento, ela capta  a energia do sol melhor que as plantas e precisa de pouca insolação para se multiplicar.

Nos tempos primordiais, quando as radiações ultravioletas oxidantes chegavam a superfície da terra com muita intensidade, ela conseguiu se multiplicar e contribuiu  ao enriquecimento da atmosfera em oxigênio.

Ela atravessou as diferentes eras geológicas ilesa mesmo sem possuir uma forma muito elaborada de resistência. Ela parece capaz de concertar seu ADN quando ele é danificado pelos ultravioletas.

Ela gosta de calor, se dando melhor nas águas salobras com uma temperatura de 32°C, parando de crescer abaixo de 20°C porem podendo suportar até geadas.

Ela não gosta de sol forte e se protege mergulhando como um submarino ou  enrolando fortemente seu corpo em espiral.

Ela vive em meio extremamente alcalino e resistindo a pH próximo de 11, onde a grande maioria das outras formas de vida não sobrevivem. Por isso, o cultivo de spirulina não necessita de agrotóxicos ou antibióticos.

O meio de cultivo de spirulina é totalmente reconstituído e não necessita de uso da agrotóxicos para proteger a cultura.  Pelo contrario, a spirulina é capaz de excretar moléculas  com propriedades antibióticas,  antifúngicas e antivirais para  se livrar dos eventuais concorrentes que poderiam invadir  os lagos onde ela vive.

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